sábado, 16 de maio de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Exercicio 5




CONTEÚDO ACADÊMICO COLOCADO EM PRÁTICA
Alunos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Estácio de Sá realizam 8º Painel Publicitário, colocando em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula




Os alunos do 7º período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte realizaram, na última quinta-feira, o 8º Painel Publicitário. O evento, que foi realizado no auditório da faculdade, teve como tema A Vida Digital em Extremos e como objetivo discutir sobre os assuntos mais contemporâneos que dizem respeito á tecnologia em web.


O publicitário Maurilo Andreas falou sobre Marketing Viral e sobre a importância do assunto para a área de Comunicação. Tecnologia 3G foi o assunto abordado por Felipe Andrade, representante da empresa de telefonia Vivo. A mediadora de mídia social da agência Lápis Raro, Steffania Paola, foi a última a se apresentar e discutiu as experiências como precursores em web.


Toda a organização do Painel Publicitário ficou por conta dos alunos, que foram responsáveis pela escolha dos palestrantes, pelo cronograma de atividades e pela divulgação do evento. Bruna Silva, aluna do 7º período e responsável pela parte de divulgação, afirmou que o evento é uma ótima oportunidade para colocar em prática os conhecimentos adquiridos na sala de aula. "É na realização de um trabalho como esse que a gente consegue realmente entender o que é passado dentro da sala", declarou a aluna.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Exercicio 4

COMÉRCIO DIVIDE OPINIÃO DE MORADORES DO BAIRRO PRADO
Bares, lanchonetes e papelarias localizados próximos à Faculdade Estácio de Sá, bairro Prado, agradam a uns e desagradam a outros moradores da região


A Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, no bairro Prado, atraiu vários comerciantes para a região. Bares, restaurantes e papelarias atendem as necessidades dos estudantes e da comunidade do Prado. Mas, a opinião dos moradores é dividida: a variedade comercial é útil para a comunidade, mas os estudantes ocupam as ruas, o que não agrada a quem mora na região.


Vanilde Lima é proprietária de um salão de beleza no bairro Prado há sete anos e garante que o comércio fez a região crescer. “Desde que a Estácio de Sá veio para o Prado, o comércio tem crescido, o que é ótimo para nós que estamos aqui todos os dias”, afirmou a comerciante.

Já para Ramon Gomes, funcionário de uma autoescola e morador do bairro Prado, a situação é diferente. “Passar pela Rua Erê no horário do término das aulas é praticamente impossível, isso por conta dos bares que ficam em frente à faculdade”, declarou ele. Ramon acha importante a existência dos comércios, mas acredita que a situação seria melhor se eles estivessem localizados em pontos diferentes.


Enquanto a opinião dos moradores se divide, os comerciantes pensam da mesma maneira. Estar localizado próximo a uma faculdade é estratégia comercial, que, segundo eles, dá resultados muito positivos. Ajairton Ferreira, proprietário de uma lanchonete próxima à Estácio de Sá, afirma que comércio que ofereça o que comer e serviços úteis aos universitários sempre vão ter lucro perto de uma faculdade.

“Estar perto da faculdade é, sem sombra de dúvidas, uma estratégia que dá muito certo”, afirmou Ajairton. O comerciante acredita que todos saem ganhando, inclusive a comunidade, que pode utilizar dos serviços e produtos, que não são oferecidos apenas aos estudantes.
SAIBA MAIS:

segunda-feira, 30 de março de 2009

EXERCICIO 3



REFORMA ORTOGRÁFICA É TEMA DE PALESTRA EM BH

Faculdade de BH promove palestra que ajuda os alunos a entenderem o acordo ortográfico que entrou em vigor este ano.



A Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte promoveu, na última quinta-feira (26), uma palestra sobre as novas regras de acentuação gráfica. Mestre em Letras, a professora Tailze Melo Ferreira conversou durante 50 minutos com os alunos, explicitando as razões do novo acordo e as novas regras.


A professora explicou que o acordo foi assinado em dezembro de 1990 para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2009 em documentos oficiais e na mídia. No ensino público começa a ser adotado em 2010 e até 2012 estará adotado por todas as séries. No caso do vestibular, segundo Tailze Melo, as duas regras serão aceitas até dezembro de 2011.


O acordo, que foi questionado por muitas pessoas, tem como principais objetivos fortalecer o sentimento de unidade do idioma, reduzir custos e produção e adaptação de livros, simplificar algumas regras. “No inicio eu não entendia o porquê do acordo, mas diante dos objetivos realmente faz sentido”, declarou a professora.


Segundo Tailze Melo, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras serão responsáveis pela publicação de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa. A professora mostrou dados afirmando que no Brasil, apenas 0,45% das palavras terão escrita modificada depois do novo acordo ortográfico.


A palestra agradou aos alunos, que saíram do auditório da faculdade no bairro Prado agradecendo à professora pela aula. “Na internet a gente encontra muita coisa a respeito, mas é muito fácil entender com alguém explicando de maneira tão simples”, declarou Priscila Patrício, aluna do 7º período de Publicidade e Propaganda.




LEIA MAIS:


Como fica a ortografia depois do acordo.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Exercicio 2





ERROS JORNALÍSTICOS COMPROMETEM A FUNÇÃO DE INFORMAR




O erro que a Rede Globo de Televisão cometeu no mês de fevereiro, ao lançar a notícia sobre a suposta agressão a uma brasileira na Suíça, virou assunto na imprensa do país. Todo mundo sabe que as informações devem ser muito bem checadas, antes de serem transmitidas aos leitores/ouvintes/telespectadores. Não foi o que a Globo fez.

Existem muitos casos de agressões a brasileiros em países estrangeiros, mas daí a divulgar uma informação sem ter certeza do que se fala, é um passo bastante longo. A Rede Globo teve uma atitude inesperada, que fez todo mundo ter certeza de que até ela, “a grande deusa da televisão brasileira”, pode cometer erros.

O Brasil já vivenciou situações parecidas, em que erros jornalísticos comprometeram à veracidade dos fatos informados à população brasileira. Uma “barriga” (assim são chamados os erros nos jargões jornalísticos) bastante famosa é a publicada pela Revista Veja há mais de 15 anos.

Segundo a Veja, a Universidade de Hamburgo, na Alemanha, contava com uma pesquisa feita por investigadores alemães, que depois de uma fusão entre células animais e vegetais, haviam criado o “boimate” (metade carne, metade tomate). O que a Revista Veja não sabia era que isso não passava de uma brincadeira, depois dos alemães terem enviado várias informações “descabidas” para as redações, perto do dia 1º de abril, conhecido como dia da mentira.

Neste caso, assim como em todos os outros que a “barriga” aparece, o erro só foi cometido porque alguém deveria ter checado a informação e não o fez. No caso da Rede Globo, a situação foi pior. Além do erro, que compromete a credibilidade da emissora, a notícia envolveu figuras importantes, como o presidente Lula e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

O fato é que a situação está ficando grave. A credibilidade das empresas de comunicação está ficando comprometida e os consumidores da notícia estão desconfiados. O resultado disso, é que ao invés de divulgar novos fatos e informar o cidadão, as “barrigas” levam a imprensa a discutir a própria imprensa.






segunda-feira, 16 de março de 2009

EXERCICIO 1

FUTEBOL DEIXA DE SER ASSUNTO PARA HOMENS

Gabriela Souza, estudante de jornalismo, escolheu o futebol como tema do TCC


A estudante de jornalismo Gabriela Souza, 20 anos, que se diz apaixonada pela área de assessoria de comunicação, pretende dedicar seu último ano de faculdade aos conflitos existentes entre os assessores dos clubes e dos jogadores de futebol. A estudante, que no segundo semestre de 2009 apresentará o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, acredita que o aluno deve produzir uma monografia de acordo com a área que mais se identifica.


“Sempre me interessei mais pela área de assessoria e não saberia escrever sobre outra coisa”, afirmou Gabriela Souza. Segundo a estudante, o TCC é o momento de mostrar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso, e por isso, é importante que o assunto seja de total interesse do aluno


Tendo o esporte como uma das principais áreas de interesse, Gabriela Souza escolheu o futebol como tema da monografia. A estudante pretende abordar a relação entre os assessores dos clubes e dos jogadores, visando principalmente às divergências existentes na hora de se relacionar com a imprensa.


Gabriela Souza declarou que escolheu o curso de jornalismo para fugir da matemática. “Além disso, sempre fui encantada pela profissão”, afirma. A estudante diz ainda ter ficado confusa no início do curso, sem saber se havia feito a escolha correta. A certeza veio junto com as disciplinas de telejornalismo e assessoria de comunicação, que são as preferidas da estudante.


A dificuldade em encontrar estágios na área é o principal problema apontado por Gabriela Souza. “Como a maior parte das vagas é oferecida por grandes empresas, o acesso acaba ficando mais difícil”, declarou a estudante, que está no 7º período. Gabriela Souza afirma que tem medo do futuro, porque o curso está chegando ao fim e como nunca estagiou, entrar no mercado de trabalho tende a ser mais difícil.




LEIA TAMBÉM:


Estudante de jornalismo analisa a assessoria no futebol



quinta-feira, 12 de março de 2009

Inauguração!

Primeiro post do GAVETA DE JORNALISTA... Podem acreditar... Quase jornalista também tem gaveta!!! Aqui serão deixados todos os textos produzidos por mim, no último ano de faculdade. As aulas de Jornalismo Online e todo o processo de Monografia serão os principais temas deste blog...


Mãos à obra e vamos lá!